Nespresso investe em revitalização de cultura cafeeira

Projeto socioambiental desenvolvido resulta em Edição Limitada de cafés oriundos da África e da América do Sul

Quando o campo é a única forma de subsistência para todo um ecossistema econômico, qualquer tipo de conflito ou adversidade ambiental tende a desestruturar uma região inteira. Com o objetivo de reforçar o compromisso com a preservação do meio ambiente e cuidado com as pessoas na cadeia do café, a Nespresso assumiu o desafio de ajudar a reconstruir o cultivo do café em três regiões fortemente afetadas por questões sociais: Zimbábue – país que enfrenta uma série de conflitos étnicos que resulta em uma migração muito forte, Uganda – onde mudanças climáticas e práticas agrícolas irresponsáveis dizimaram a economia local, e Colômbia – em uma região amplamente afetada pela atuação de FARCS, apresentando, como resultado do Programa Reviving Origins, três Edições Limitadas que representam a esperança de um amanhã melhor.

O Programa Reviving Origins, da Nespresso, presente em 05 países, ajuda as comunidades agrícolas locais a trazerem de volta a produção de café regional, pois trabalha na capacitação e disponibilidade de recursos e ferramentas necessárias para melhorar a qualidade e a produtividade das colheitas e, portanto, os lucros de cafeicultores dentro do Programa. Para tal, a companhia já investiu mais de 10 milhões de francos suíços no Nespresso Reviving Origins. Essa é a segunda vez que as variedades AMAHA awe UGANDA (esperança de Uganda), TAMUKA mu ZIMBABWE (despertar do Zimbábue) e ESPERANZA de COLOMBIA (esperança de Colômbia) são disponibilizadas no mercado brasileiro, mas a iniciativa existe desde 2012 como parte dos projetos de preservação ambiental e social da companhia.

O fornecimento sustentável, para a Nespresso, significa revitalizar o setor e melhorar a qualidade e a produtividade do café por meio de práticas agrícolas socioambientais. Não se trata apenas de negócios, mas do impacto social positivo, que gera uma cadeia do café ideal para o meio ambiente e para o trabalhador do campo, indo além do café: “Com as ações de cuidado com as pessoas e preservação do campo no Programa Reviving Origins, trabalhamos em busca de soluções construtivas que fortaleçam as comunidades locais e suas economias com o café de qualidade sustentável. Com o projeto, os produtores locais se apropriam da narrativa da lavoura, tornando-se artesões do café, recuperando a dignidade e autoestima de todo um ecossistema anteriormente afetado”, diz Guilherme Amado, Líder do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™ no Brasil e no Havaí.

O projeto Reviving Origins atua dentro dos pilares do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™, lançado em 2003 em colaboração com a ONG Rainforest Alliance e o Imaflora, para fornecer aos produtores conhecimentos e técnicas que os apoiem na produção de um café de alta qualidade, utilizando práticas sustentáveis e que também contribuam com a qualidade de vida.

 

A cada xícara, uma experiência de preservação e cuidado

Cada variedade de café Reviving Origins promove uma mudança sócio econômica em sua região de origem, revitalizando-a. Assim como o cultivo de vinhos e outras iguarias, o café é diretamente afetado por seu terroir e método de cultivo utilizado por produtores locais, que desempenham um papel importante no resultado final na xícara. Entenda sobre a cultura cafeeira de cada um dos cafés Reviving Origins e os desafios de suas respectivas regiões:

• TAMUKA mu ZIMBABWE (despertar do Zimbábue): No Zimbábue, a produção de café está sob pressão há vários anos, por uma questão histórica relacionada a conflitos étnicos locais. Essa produtividade passou de 15.000 toneladas no final dos anos 80 para apenas 500 toneladas em 2017. No país, a Nespresso oferece treinamento contínuo sobre qualidade e produtividade, além de assistência técnica gratuita por meio de sua rede de engenheiros agrônomos. Como resultado, a produtividade melhorou. A disponibilidade de café de alta qualidade seguindo os pilares sustentáveis da marca cresceu em 9% na província de Manicaland, no Zimbábue. Tudo isso aumentou a distribuição desse café 100% arábica com aromas frutados de groselha e cranberry, acidez equilibrada e intensidade 5.

• AMAHA awe UGANDA (esperança de Uganda): A variedade “Esperança de Uganda” ou originalmente, “AMAHA AWE UGANDA”, no idioma local Lhukonzo, é um café único, com notas raras de sândalo, tons florais, de acidez e corpo médios. Em Uganda, questões climáticas e dificuldades econômicas oriundas de uma guerra civil nos anos 80 fizeram com que a produção de café de alta qualidade fosse um desafio nos últimos anos. A Nespresso está trabalhando com mais de 2.000 produtores, fornecendo capacitação e conhecimento para melhorar a qualidade e a produtividade do café, além de estabelecer práticas agrícolas sustentáveis. O resultado desse trabalho é um espresso de intensidade 8, desenvolvido em um terreno único, onde a sombra e os nutrientes fornecidos pelas bananeiras criam um terreno ideal para a variedade arábica.

• ESPERANZA de COLOMBIA (esperança de Colômbia): Na Colômbia, 50 anos de conflitos armados fizeram com que muitos agricultores abandonassem suas terras e o café quase desapareceu de Caquetá e El Rosario. Nas regiões, a Nespresso também enfrenta desafios de infraestrutura com os produtores locais, ajudando-os a construir unidades de moagem e auxiliando na criação de cooperativas de café, tornando o negócio mais lucrativo e profissional. ESPERANZA de COLOMBIA é um café sazonal composto por grãos arábica ricos e equilibrados, com notas frutadas e acidez delicada, sabores tão marcantes nos cafés do país. O impacto de Reviving Origins na área de Caquetá foi o aumento da produção sustentável dessa variedade em 10%.

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