Publicado em 28 de agosto de 2026
Unindo forças, uma verdadeira inovação em embalagens é criada: a Carlsberg, em parceria com a DS Smith e a KHS, e com base na tecnologia patenteada Arcwise® da SCA, lança no mercado – inicialmente na Polônia – uma embalagem multipack com cantos arredondados. Outros projetos estão em planejamento.
Quando se pensa em inovações em embalagens na Carlsberg, o consumidor está no centro das atenções. A diretora de inovação em embalagens, Marine Andre, resume isso com clareza: “Para nós, a experiência do consumidor tem prioridade absoluta. Afinal, no varejo, não temos nem dois segundos para que nossos produtos sejam notados na prateleira. Quem não destaca, não existe.” Não é de se admirar, se pensarmos que um consumidor passa por cerca de 300 produtos diferentes em um minuto no supermercado.
De acordo com intensas pesquisas de mercado, os consumidores esperam encontrar sustentabilidade – mas não a “recompensam” ativamente. Eles não estão dispostos a pagar a mais por isso. Assim, é muito importante que embalagens sustentáveis sejam, ao mesmo tempo, funcionais e contribuam para a visibilidade das marcas. “Procuramos conscientemente quebrar as barreiras entre a embalagem sustentável, os custos otimizados e a experiência perfeita do consumidor”, explica Andre. “Se uma solução não se destacar em pelo menos dois desses três critérios, está fadada ao fracasso.”
“Para nós, a experiência do consumidor tem prioridade absoluta.”
Marine Andre
Diretora de inovação em embalagens – Carlsberg
Presença visual da marca
Um bom exemplo de como a Carlsberg está abrindo novos caminhos é o DS Smith Round Wrap®, um multipack de papelão com cantos arredondados para garrafas de cerveja. Ele oferece valor agregado de três maneiras: confere maior presença visual à marca, valoriza a embalagem e aumenta o impacto na prateleira.
Isso é comprovado por estudos científicos – entre outros, da Harvard Medical School: eles mostram que objetos com formas arredondadas são percebidos como mais atraentes do que aqueles com cantos e arestas.
Ao mesmo tempo, a nova embalagem secundária requer menos material, tem uma pegada de CO2 menor e oferece melhor proteção contra danos durante o transporte.
E como a embalagem pode ser produzida nas empacotadoras já existentes, não são necessários grandes investimentos – o consumidor não arca com custos adicionais.