Recorde

PETRÓPOLIS DE UBERABA ATINGE RECORDE DE QUASE 6 MILHÕES DE LATAS EM UM DIA

 

Com tecnologia alemã, a unidade de Uberaba possibilita metas arrojadas de produtividade e de aproveitamento dos recursos e matéria-prima
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A fábrica de Uberaba do Grupo Petrópolis, recentemente inaugurada, conta em seu projeto inicial com quatro linhas de envase: duas linhas de latas com capacidade total de 256.000 embalagens/hora e duas linhas de vidro retornável para 140.000 garrafas/ hora. Todas as linhas foram fornecidas pela Krones, assim como duas linhas de cerveja Steinecker idênticas, com um total de 40 tanques.

Em setembro de 2020, três semanas após o startup da primeira linha dimensionada para 128 mil latas por hora, a operação chegou a 120 mil latas por hora em três turnos, atingindo picos de duas horas seguidas com rendimento máximo. Dois meses depois, novos testes mostraram uma eficiência média de 95%.

A segunda linha de latas, instalada em novembro, teve desempenho de 98,10% duas semanas após o ramp-up. A primeira linha de vidro de 600ml, por sua vez, teve startup em setembro de 2020 e o startup da segunda linha de vidro ocorreu em fevereiro deste ano. Os números iniciais da nova fábrica atingiram uma produção de quase 6 milhões de latas envasadas em um único dia nas duas linhas, um recorde para o Grupo Petrópolis.

Processos sustentáveis

Outro destaque da Krones na fábrica de Uberaba são as tecnologias de processos Steinecker, que valorizam a sustentabilidade. O processo de produção, por exemplo, demanda 3,3 litros de água para cada litro de cerveja, resultado apenas alcançado em cervejarias de alto padrão internacional. Além disso, a Krones criou mecanismos para reciclar a água residual da fabricação da cerveja, possibilitando o reaproveitamento na produção. O sistema de recuperação de energia do condensador de vapor e o cozinhador de mosto Stromboli permitem redução significativa no consumo de energia térmica, respectivamente de 50% e 17%.

“A tecnologia alemã da Krones nos permitiu desenvolver uma cervejaria seguindo os pilares da Indústria 4.0, visando à máxima produtividade, à mínima geração de resíduos industriais, e respeitando as melhores práticas de consumo de água e energia. Nossas linhas de produção foram concebidas com um nível de automação e digitalização que permite uma atuação preditiva da nossa manutenção, acompanhando e atuando de forma a maximizar a vida útil dos nossos componentes e equipamentos. A eficiência das linhas de uma fábrica como a nossa é de 92%, o que assegura uma produtividade world-class”, destaca Diego Gomes, diretor industrial do Grupo Petrópolis.

Superando desafios

Todo o projeto foi realizado em tempos desafiadores: a pandemia Covid-19 surgiu e obrigou toda a equipe da Alemanha responsável pela montagem dos equipamentos de tecnologia de processos em Uberaba a voltar para casa e acompanhar o trabalho de forma remota. Na planta, a principal preocupação foi com a saúde e a segurança dos colaboradores, com o estabelecimento de protocolos de higiene para evitar a contaminação pelo vírus, e cuidados com o deslocamento, hospedagem e alimentação dos técnicos envolvidos no trabalho.

“As precauções e a adesão sistemática a essas políticas valeram a pena, porque ninguém em toda a equipe do canteiro de obras foi infectado com Covid-19”, explica Simone Roel Backes, líder do projeto e brasileira que atua como gerente de projetos de fábricas na matriz da Krones na Alemanha, cuida do Grupo Petrópolis desde que a empresa começou a trabalhar com a Krones, há 20 anos.

Com planejamento, agilidade e a sinergia entre os times da Krones e do Grupo Petrópolis, o startup das linhas em Uberaba teve início sem atrasos, em condições de atingir a máxima eficiência produtiva em tão pouco tempo. “A nossa relação com a Krones existe desde quando o Grupo Petrópolis tinha quase zero de participação de mercado. A Krones sempre nos deu a mesma atenção e respeito, acreditando no nosso potencial. Transparência, empatia e confiança fizeram toda diferença para que ambos os negócios fossem pouco afetados frente a tantas incertezas e crises que vivíamos na fase inicial de comissionamento”, afirma Diego Gomes, diretor industrial do Grupo Petrópolis.

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